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domingo, 15 de outubro de 2017

ABRINDO PRESENTE DO DIA DAS CRIANÇAS - Luísa Criativa

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Quem foi Evil-Merodaque - Rei d Babilônia?

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Quem foi Evil-Merodaque?
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     Evil-Merodaque foi filho do rei Nabucodonosor e seu sucessor no trono do Império Babilônio. Não existem muitas informações sobre quem foi Evil-Merodaque, mas além dos relatos bíblicos sobre ele, importantes escavações em Susa comprovaram sua existência.

A história de Evil-Merodaque


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Evil-Merodaque o misericordioso

    Evil-Merodaque assumiu o trono da Babilônia no ano de 562 a.C., e reinou por apenas dois anos. O nome Evil-Merodaque também aparece como Evil-Marduque ou Amel-Marduk no acadiano. O significado desse nome é debatido, podendo ser tanto “homem do deus Marduque” como “o homem é Marduque” ou até “devoto de Marduque”. Não se sabe exatamente quando ele nasceu, mas sua morte é datada entre 560 e 559 a.C., possivelmente devido a uma conspiração liderada por seu próprio cunhado. Na verdade esse período da história babilônica é um tanto confuso, pois não existem dados suficientes que esclarecem todos os pontos. Não há registros detalhados sobre os últimos anos de governo do rei Nabucodonosor. Por essa falta de informações, alguns consideram até que Evil-Merodaque possa ter governado durante um período maior, talvez assumindo o trono enquanto seu pai ainda estava vivo.
    Flavio Josefo, em sua obra Antiguidades Judaicas, chegou a afirmar que Evil-Merodaque governou por dezoito anos, e também não fez menção ao seu possível assassinato, estabelecendo uma sequência de sucessão ao trono da Babilônia diferente do que normalmente é aceita como mais provável. Para Josefo, a sucessão de governantes na Babilônia após a morte de Nabucodonosor se deu da seguinte forma: Evil-Merodaque (18 anos no poder); Niglizar, seu filho (40 anos no poder); Labofordá, filho de Niglizar (9 meses no poder); e Belsazar, também chamado de Naboandel. Apesar dessa sequência, o próprio Josefo, numa obra posterior, apontou para os escritos de Beroso, um sacerdote caldeu que escreveu em grego a História da Babilônia, nos quais é atribuído apenas dois anos de governo a Evil-Merodaque, relatando também seu assassinato por ocasião de um plano de seu cunhado, Neriglissar.
    Contudo, essa última hipótese é a mais aceita na atualidade, ficando a sequência de sucessão ao trono da Babilônia da seguinte forma: Evil-Merodaque (reinou entre 562 a.C. e aproximadamente 560 a.C.); Neriglissar (reinou entre 560 ou 559 e 556 a.C.), Labashi-Marduque, filho de Neriglissar (reinou por 9 meses); e Nabonido (reinou aproximadamente entre 556 e 539 a.C.). Este último reinou em co-regência durante algum tempo com seu filho, Belsazar.
    Alguns sugerem que Neriglissar teria sido capitão da guarda de Nabucodonosor, mas nada se sabe ao certo sobre isso. Perceba que na sequência citada por Josefo, se Niglizar é o mesmo Neriglissar mencionado aqui, então ele teria sido neto de Nabucodonosor, e assim não poderia ter sido cunhado de Evil-Merodaque, antes, seu próprio filho. Todavia, como foi dito, essa sequência é bem pouco provável.
    Ainda sobre Neriglissar, existe também uma grande discussão sobre ele. Como já foi dito, a hipótese mais aceita o coloca como cunhado de Evil-Merodaque, e possivelmente esposo de Nitócris, filha de Nabucodonosor.
    No entanto, também é aceito que Nitócris foi a esposa de Nabonido, e provavelmente mãe de Belsazar. Para harmonizar essas informações, alguns estudiosos então sugerem que Nitócris se casou com Nabonido após ficar viúva de Neriglissar. Se for esse o caso, então Nitócris pode ter sido a rainha mãe citada em Daniel 5:10.
O reinado de Evil-Merodaque

    Como já foi dito, não existem muitos registros sobre o reinado de Evil-Merodaque. Nem mesmo Nabonido o mencionou como um de seus antecessores que lhe servia de modelo, citando apenas Nabucodonosor e Neriglissar.
    Apenas alguns registros administrativos fazem alusão a ele, porém sem muitos detalhes sobre sua vida e seus atos. O que se sabe é que após Nabucodonosor o Império Babilônico começou a entrar em um processo de declínio até finalmente ser conquistado por Ciro em 539 a.C.
    Beroso é o que fornece mais indícios de como foi seu reinado. Sobre isso, segundo Josefo, ele escreveu que Evil-Merodaque governou os assuntos públicos de uma forma ilegal e devassa. Talvez Beroso tenha dito isso por conta de prováveis ações e reformas promovidas por Evil-Merodaque às políticas de Nabucodonosor que acabaram enfurecendo a classe sacerdotal da Babilônia.
Evil-Merodaque na Bíblia Sagrada

    Evil-Merodaque é citado na Bíblia Sagrada por conta do episódio em que libertou o rei de Judá Joaquim, que havia estado preso por 37 anos durante o cativeiro na Babilônia.
    A Bíblia conta que logo no primeiro ano de seu reinado ele tirou o rei judeu da prisão, o tratou com benignidade e lhe deu um lugar de honra mais elevado sob os outros reis que também estavam na Babilônia.
    Com isso, Joaquim passou a desfrutar de um lugar à mesa de Evil-Merodaque, e lhe foi garantido condições de subsistência vitalícia (2Reiss 25:27-30; Jeremias 52:31-34).
    Tábuas cuneiformes encontradas numa sala na região onde ficava a Babilônia, e que podem ser datadas da época em que os judeus estiveram cativos ali, fornecem uma lista que consta o nome de Joaquim, seguido da designação “Rei de Judá”.
     Alguns estudiosos, incluindo Josefo, afirmam que Evil-Merodaque libertou Joaquim pois acreditava que ele era mantido preso por Nabucodonosor sem causa alguma. À parte dessas coisas, nada mais se sabe sobre quem foi Evil-Merodaque.


Fonte de referência, estudos e pesquisa: https://estiloadoracao.com/quem-foi-evil-merodaque/

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEOLOGIA E FILOSOFIA, NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

Resultado de imagem para Teologia e FilosofiaExperiência de uma professora tutora, no processo de ensino pelo meio virtual, nos cursos de Pós-Graduação à distância do Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi).
Resumo
Este artigo revela uma investigação realizada no ano de 2009, cuja finalidade foi relatar a experiência de uma professora tutora, no processo de ensino pelo meio virtual, nos cursos de Pós-Graduação à distância do Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi). Esta Instituição, localizada na cidade de Indaial / Santa Catarina - BR e após seus dez anos de existência, tem sido evidenciada em diversos estados brasileiros devido à educação a distância. A investigação teve cunho qualitativo fenomenológico, pois se preocupou com a descrição direta.
Da experiência tal como ela é. A observação assistemática e a entrevista estruturada foram os instrumentos de coleta de dados utilizados. A professora tutora dos cursos de pós-graduação (especialização da Uniasselvi), sujeito dessa investigação, demonstra ter clareza no desenvolvimento de seu trabalho e afirma que a educação a distância dessa instituição contribui com o desenvolvimento social brasileiro, devido à democratização do acesso e permanência do aluno nos cursos de especialização.
Palavras-chave: Pós-graduação a distância da Uniasselvi. Experiência de uma professora tutora. Desenvolvimento social pela educação à distância.
1 INTRODUÇÃO
O estudo teórico e a compreensão em toda história da humanidade em relação às disciplinas metodológicas no âmbito teórico-acadêmico como seu pressuposto vínculo entre teologia e filosofia, identifica avanços que resultaram em contribuição para o caráter interdisciplinar no desenvolvimento do conhecimento teológico e filosófico na história da formação de toda uma sociedade para educação. A teologia e a filosofia são conhecidas como ciências sagradas. No entanto, trata o ser humano em uma abrangência completa diferente das demais ciências, as quais tratam de forma superficial. Na filosofia trata-se o homem na área da razão humana à metafísica. Na teologia trata-se o homem com a revelação divina à fé. Os grandes pensadores na antiguidade compreenderam que se tratava da mesma ciência no campo científico-filosófico, entretanto, abordava em uma realidade a partir de uma perspectiva diferente. No ensino, porém, o conhecimento da idade média começou quando passaram a conhecer e exercitar as virtudes, o que se tornou a prioridade. Com o surgimento das universidades, a sintonia do pensamento filosófico (a periagogé) com teoria teológica (a metanoia) passou a ser imprescindível para uma relação íntima entre às disciplinas, quebrando todas as ideias nas quais uma se opõem a outra. Pelo contrário, na verdade, uma completa a outra vivendo em plena harmonia.
2 TEOLOGIA
A educação em períodos remotos, no inicio da civilização da escrita em que o conhecimento e o saber eram privilégios de poucos. Como certa parte que eram a minoria da elite da grande sociedade da época, a alta classe social, econômica e política. Devido também as grandes dificuldades de acesso à informação eram totalmente restritos ao público em massa os menos favorecidos. Famílias nobres como alto padrão cultural que esbanjava estilo e elegância como eram peculiar aos seus ambientes, sendo esses pensadores, escritores, professores e mestres do saber que valorizavam os estudos como estivesse buscando ouro no garimpo, si assim podemos assemelhar o devido valor ao conhecimento tamanho importância em que uma vez adquirida jamais de hipótese nenhum pode ser tirado ou roubado á aprendizagem. Com o surgimento de colégios e universidades para nobreza, alguns assuntos e debates passaram ser notícia principal no meio acadêmico e interesse de muito em conhecer essa nova ciência, Teologia e suas disciplinas, essa definição da mesma torna intrigante mais admirada e também questionada pela sociedade da época.   
Teologia entendida sob a perspectiva dos próprios escritores bíblicos. Tal tipo de teologia distingue-se a teologia sistemática, a qual sistematiza e traduz os ensinos da Bíblia através do uso de categorias e conceitos.
A Teologia bíblica é bíblica por explicar a teologia da bíblia, limitando-se à língua, ás categorias e perspectivas dos escritores bíblicos. Suas finalidades é obter o entendimento sem suposições ou preconceitos teológicos modernos.
2.1 FILOSOFIA
Lutero em suas experiências, na eleição das escrituras sagrada se depara com algumas verdades que em sua ótica, os seus olhos e seu entendimento se abrem. Lutero percebe que Paulo se julgava está certo em busca da sua vida impecável diante dos preceitos que ali rodeavam a solidão da sua cela era muito convincente para esse fim, e ele estudava com um zelo pouco vulgar fazia esforços extraordinários para reformar o seu modo de viver, e para expiar o passado por meio de orações e penitencias, e foram muitos os votos que ele fez para se abster do pecado, mas estes esforços nunca o satisfizeram, e quebrava sempre os seus votos, e em vão, disse Lutero tristemente a Staupitz, que eu faço tantas promessas a Deus; o pecado é sempre o mais forte, Staupitz discutia brandamente com ele, a falava-lhe de amor de Deus e que Deus não estava zangado com ele, com Lutero suponha; mas o monge continuava desconsolado. Como posso eu ousar crer na graça de Deus, dizia ele, se é certo que ainda não se operou em mim uma conversão? Preciso necessariamente mudar de vida para ser aceito por ele.
A sua ansiedade tomou-se mais profunda do que nunca, e os seus esforços para apaziguar a justiça divina continuavam com um zelo incansável, eu era na realidade um monge e piedoso, escreveu anos depois, seguia os preceitos da minha ordem com mais rigor do que posso exprimir. Se fosse nesta visita de Lutero a Roma via ali uma fé mecânica e daí fazia tudo para obtê-lo, subiu a escala de Pilatos, em que cristo supostamente caminhou. Lutero orava e beijava degrau á medida que prosseguia, contudo suas duvidas ainda fervilhavam; poucos anos depois voltou para Wittenberg onde terminou o seu doutorado em 1512, nota-se que Lutero fazia em sua época estava em base da sua educação paterna e tradição da igreja romana e tendo o estilo medieval como o único guia da segurança da salvação no período patrísco, a vida monástica era tida com evidencia dos bens, isoladamente do mundo e viver mais perto de Deus. Lutero, na verdade era um candidato de primeira mão que poderia passar neste critério humano e sem necessariamente saber do quão valor, e significado da morte expiatória de cristo á humanidade. Mais tarde foi nomeado para a cadeira de teologia e filosofia de Wettenberg, que se achava vaga. A nomeação foi feita por Staupitz, vigário geral da ordem agostiniana de saxônia, por conselho de Frederico. Lutero era agora senhor do seu tempo, e podia dedicar-se ao estudo da Bíblia. Entretanto, consciente da limitação dos méritos humanos perante o todo criador, lhe fez voltar meditar na Bíblia particularmente na epístola aos romanos, com vista de conseguir uma resposta sólida na qual pudesse acalmar duma vez para toda a sua alma. Noite e dia eu ponderava, até que via conexão entre a justiça de Deus e afirmação de que a justiça de Deus e a retidão pelo qual a graça e a absoluta misericórdia de Deus nos justificam pela fé em razão desta descoberta, sentir que renascera e entrara pelas portas abertas do paraíso. Toda escritura passou a ter um novo significado, esta passagem de Paulo tornou-se para mim, o portão para o céu. Quando Lutero descobriu a justiça de Deus em romanos 1.17, o justo viverá pela fé, foi ali que o monge lançou de fora todas as suas vestiduras das obras meritórias e rendendo assim a graça salvadora mediante a fé em Jesus cristo. Segundo Jean Delumeau, em todo o caso, quando comentou a epístola aos romanos (1515-1516), Lutero tinha já, parece, descoberta o tema central de sua teologia identificando pecado e tentação e seguindo nisso a tradição escolástica de padre Lombardo, ficou doravante convencido de que o homem permanece pecador e indigno por toda a vida é incapaz de merecer a felicidade eterna. O pecado original foi demasiado profundo, demasiado grave mais Deus se recusa a tentar nas faltas do pecador, não lhas imputa Deus é misericórdia, romanos (3.28, 4.6-8).
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O trabalho pesquisado revela um panorama da reforma da igreja principalmente na contribuição dessa reforma no que desrespeito há uma visão da teologia luterana em seus varias aspectos, pontos importantes da reforma com base das ideias e iniciativa de Lutero. Hoje analisamos, contudo que já foi feito no assunto da reforma da igreja, é um motivo de estudo e aperfeiçoamento para o crescimento para os dias atuais para igreja em geral e liderança eclesiástica no mundo.
REFERÊNCIAS
AQUINO, Ítalo Belo. Como escrever artigo científico: sem arrodeio e sem medo da ABNT. 8 ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
AZEVEDO, Israel Belo. O Prazer da produção Científica: Descubra como é fácil elaborar trabalhos acadêmicos. 12 ed. São Paulo: Hagnos, 2001.
BERKHOF, Luis. História das Doutrinas Cristãs. São Paulo: Pes, 1945.
CURTLS, A Kenneth; Lang, J. Stephen & Petersen, Randy. os 100 acontecimentos mais importantes da historia cristianismo. São Paulo: Vida, 2003.
DELUMEAU, Jean. A civilização do Pensamento. Lisboa: edições 70, 2004.
GONZALEZ, Justo l. uma historia do pensamento cristão da reforma protestante ao século 20. São Paulo: Cultura, vol.3, 2004.
LUTERO, Martinho. Carta aberta sobre a tradição. (trad. De Mauri Furlan) in: clássicos da teoria da tradução. Antologia bilíngue, vol. 4, Renascimento, Florianópolis: Nuplitt, 2006.
SHEDD, Russell P. bíblia de estudo esperança. São Paulo: Vida Nova, 2000.
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1 YOUNGBLOO, RONALD F, ET AL.Dicionário Ilustrado da Bíblia . São Paulo: VIDA NOVA, 2004. (1390).
Por Ricardo Queiroz Santos e Ana Paula Borges dos Reis Queiroz Santos


Publicado por: RICARDO QUEIROZ SANTOS

O texto publicado foi encaminhado por um usuário do Brasil Escola, através do canal colaborativo Meu Artigo. Para acessar os textos produzidos pelo site, acesse: http://www.brasilescola.com.

Fonte de referência, estudos e pesquisa: http://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/religiao/as-contribuicoes-teologia-filosofia-na-historia-educacao.htm

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